Mostrar mensagens com a etiqueta Adepto de Bancada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Adepto de Bancada. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Benfica 3 - 0 Estrela da Amadora

Outras Considerações:
A TVI transmitiu, mas a primeira parte foi tão fraquinha que esqueci-me de ver a segunda. Quando lembrei-me que o Benfica estava a jogar já decorria o minuto 81 da segunda parte e o Benfica vencia por 2-0. Por isso, esta crónica não conta com as habituais rúbricas "Prós e Contras"; "A Figura"; e "A Contra-Figura". Ando desmotivado para ver o Benfica (digam que sou mau adepto, digam...), e ainda mais desmotivado ando para falar do Benfica.

Mas assim em jeito de resumo, e porque entramos em período de férias natalicias, diria: o "pró" é o Benfica ir em segundo, a mais não pode ambicionar; o "contra" é o Benfica ir em segundo, apesar de tudo queria o primeiro. Eu queria dizer que "a figura" desta época é o Rui Costa, mas digo que é a instabilidade, o constante jogo de intrigas e noticias sobre a vida interna do clube mina o clube e, pior que isso, a mesma não é alimentada só por elementos externos ao clube, na maior parte das vezes a coisa parece vir de dentro. "A contra-figura" é a euforia, aquela que se apodera da maior parte dos adeptos do Benfica (eu incluído) e que faz com que de um momento para outro uma equipa em nada especial possa aparentar ser uma das melhores do mundo.

Boas festas.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Antes do Jogo



Como é da praxe, o inicio do clássico dará-se na catedral do consumo. O Colombo a abarrotar de benfiquistas e repleto das sonoridades que nos esperam em maior força na catedral do futebol logo ali ao lado. Tal como na Luz, a passagem pelo Colombo é para ser vivenciada no terceiro anel - neste caso para passagem pela zona dos restaurantes para petiscar qualquer coisa antes do jogo. Depois é o caminho em direcção ao estádio e à porta que nos dá acesso ao tão precioso lugar. A espera, o aperto, o contacto com a massa de gente que veste de vermelho e branco, e espera pacientemente pela vez de ultrupassar a barreira dos seguranças que mais tarde nos vasculham o casaco e apalpam as pernas. Passada esta fase é chegada a fase de fazer uso do bilhetinho mágico... e como que por magia, já estás lá dentro. Agora é subir as escadas rumo ao terceiro anel. Subidas as escadas, na ante-câmara do acesso às bancadas entra-nos pelos ouvidos adentro o ruído do público que já se faz soar - a vontade é imediata de pular os últimos lancis de escada que nos separam da bancada e do vislumbre do magnifico palco verde. Transposto então o último degrau, por momentos ficamos alí, parados, a olhar para o relvado e a sentir o ambiente. Não sem que um ou outro steward logo nos tentem encaminhar dali para fora rumo ao nosso lugar, isto para não causar congestionamento ao acesso à bancada.

A praxe também indica que não se deve ir para o jogo em cima da hora. Os novos estádio até podem permitir que tal suceda, mas adepto que é adepto sabe que tem de estar sentadinho no seu lugar pelo menos 40 minutos antes do apito inicial. Primeiro sentir o ambiente, depois aplaudir a subida do Quim ao campo e assobiar o Helton, repetindo o mesmo procedimento para a restante equipa que sobe minutos depois, aplaudir tudo o que é vermelho e branco, assobiar tudo o que é azul e branco - assim diz a tradição. A única outra música que gosto de escutar no estádio da Luz para além do rúido dos adeptos - toca minutos antes do jogo começar - e é a do hino do Benfica na voz do Luis Piçarra. Depois a águia Vitória. Apito do árbitro, começa o jogo...